domingo, 28 de fevereiro de 2010

Moisés e Elias [...] falavam da sua morte, que ia acontecer em Jerusalém

Neste dia apareceu misteriosamente no Monte Tabor a condição da vida futura e do Reino da alegria. Neste dia, os mensageiros da Antiga e da Nova Aliança reuniram-se de forma extraordinária em torno de Deus na montanha, portadores de um mistério cheio de paradoxo. Neste dia, desenha-se no Monte Tabor o mistério da Cruz que, pela morte, dá a vida: assim como Cristo foi crucificado entre dois homens no Monte Calvário, assim também Se apresentou na majestade divina entre Moisés e Elias. E a festa de hoje mostra-nos este outro Sinai, montanha ó quão mais preciosa que o Sinai, pelas suas maravilhas e os seus eventos, que ultrapassa, pela teofania que nela se deu, as visões divinas figuradas e obscuras. [...]Rejubila, ó Criador de todas as coisas, Cristo Rei, Filho de Deus resplandecente de luz, que transfiguraste à Tua imagem toda a criação e de forma misteriosa a recriaste. [...] E rejubila, ó imagem do Reino celeste, santíssimo Monte Tabor, que ultrapassas em beleza todas as montanhas! Monte Gólgota e Monte das Oliveiras, cantai juntos um hino e rejubilai; cantai a Cristo a uma só voz no Monte Tabor e celebrai-O juntos!

Anastásio do Sinai (?-depois de 700), monge
Homilia sobre a Transfiguração

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Relíquias de São Viente e de Santa Luiza de Marillac

Em comemoração aos 350 anos da morte e glorificação de são Vicente e Santa Luiza, as relíquias dos santos estão percorrendo o Brasil desde o mês de dezembro de 2009, os pequenos fragmentos de osso e gotas de sangue dos santos franceses que vieram de Paris, já passaram por diversos estados brasileiros e chegam a capela de são Vicente em Mossoró no próximo dia 01 de março.
É a segunda vez que relíquias de seu padroeiro visitam a Capela e a primeira vez foi em 1999 na ocasião dos seus 400 anos de ordenação. E a primeira vez que as de santa Luiza percorrem o Brasil. Na ocasião da visita acontecerão duas missas a primeira na segunda-feira ( 01/03) às 16h presidida pelo Pároco de Santa Luzia Pe. Walter Colin em sua primeira missa celebrada na capela e a segunda às 10h da manhã da terça-feira (02/03) tedo como celebrante o capelão Pe. Sátiro Cavalcanti Dantas.

As relíquias são objetos de veneração reconhecidos pela Igreja. Ajudam a recordar o bem que alguém realizou em seu tempo. Para a capela de São Vicente este é um ano de louvor e gratidão a Deus pelo bem realizado por São Vicente e santa Luiza através dos séculos ( 1660-2010). Os dois permanecem vivo hoje através dos filhos e filhas que seguem seu carisma espalhados pelo mundo inteiro.

Convidamos oda Diocese de Mossoró em especiala comunidade Vicentina a participar deste momento.

Local: Capela de São Vicente
Data: 01 de março de 2010 às 16h

Visitam a capela de São Vicente em Mossoró

Ele faz com que o Sol se levante sobre os bons e os maus

O Criador, não há mudança, não há intenções anteriores ou posteriores; na Sua natureza, não há ódio nem ressentimentos, não há lugar maior ou menor no Seu amor, nem antes nem depois no Seu conhecimento. Pois, se todos crêem que a criação começou a existir como consequência da bondade e do amor do Criador, nós sabemos que esta primeira motivação não diminui nem se altera no Criador em consequência do curso desordenado da Sua criação.

Seria profundamente odioso e perfeitamente blasfemo supor que há em Deus ódio e ressentimento - sequer para com os próprios demónios -, ou imaginar Nele alguma fraqueza ou paixão. [...] Muito pelo contrário, Deus age sempre connosco pelos caminhos que sabe serem para nossa vantagem, quer estes sejam para nós causa de sofrimento ou de consolo, de alegria ou de tristeza, quer sejam insignificantes ou gloriosos. Todos eles são orientados para os mesmos bens eternos.

Santo Isaac o Sírio (séc. VII), monge em Nínive, perto de Mossoul, no actual Iraque
Discursos ascéticos, 2ª série, 38,5 et 39,3 (a partir da trad. Alfeyev, Bellefontaine 2001, p. 46)

"Deixo-vos a paz,dou-vos a minha paz.Não vo-lá dou como o mundo a dá"(Jo 14,27)

Quando o rico fica cada vez mais rico,ele se torna milionário. Na vida espiritual, acontece exatamente a mesma coisa.Todo aquele que, com a graça de Deus,deixa docilmente que Ele conduza pelas diversas fases de nossa vida chegaremos a adquirir a alegria interior e a paz profunda. O Senhor Deus é fiel e aquilo que Ele promete Ele cumpre! Se nos prometeu alegria e paz, Ele nos dará, apenas não as dá "como o mundo dá". A alegria do mundo,que melhor chamaríamos de prazer, divertimento, distração, é algo fulgás de pouca duração, quando pensamos que a encontramos, já se foi... A paz do mundo também é algo muito diferente, daquela que o Senhor dá, daquela que Ele deixa em nossas vidas. Quem procura a paz, (Exemplo) nos tranquilizantes encontrará, apenas, durante um período mais ou menos longo, mas é uma paz fabricada em laboratórios, mas depois de um certo tempo,voltará a sensação de vazio, solidão e tristeza.Então é preciso aumantar a dose e terá dias que não será mais possível aumentar esta dose. A alegria do Senhor, mesmo vivida entre saudades, dores e sofrimentos, é algo inexplicável, vem de dentro, é como uma fonte de água jorrando para a vida, o Salmista canta:"Vós me ensinareis o caminho da vida, a abundância de alegria junto de vós, e delicias eternas à vossa direita. Sl 15,11"A paz do Senhor, essa que só Ele pode dar, ou por alguém que nos coloque em relaçâo com Ele, é essa que atinge o nosso ser profundamente, que plenamente nos satisfaz e totalmente nos realiza.
Paz profunda que o Sl 130,2 tão bem retrata: "Ao contrário, mantenho em calma e sossego a minha alma, tal como uma criança no seio materno, assim está minha alma em mim mesmo."Paz profunda que só Jesus nos pode dar, porque Ele não é alguém que nos traz satisfações mas é quem nos dá a paz.

Djailma Silva
Consagrada na Comunidade Obra de Maria

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Venha conhecer o Santuário de Mãe Rainha em Olinda-PE, túmulode Frei Damião, e assistir o espetáculo da Paixão de Cristo. em Nova Jerusalém ( 3 dias)

Nossa programação:
Sex. 26/03/2010 - Mossoró / Recife
Saída de Mossoró com destino a Recife. Viagem a noite, em horário a combinar
Sáb. 27/03 - Recife / Nova Jerusalém
Chegada em Recife, breve descanso. Almoço. Saída para Nova Jerusalém, para assistir o espetáculo da Paixão de Cristo. Retorno a Recife. Pernoite.
Dom. 28/03 - Recife
Café da manhã. Passeio panorâmico para conhecer a Veneza brasileira a cidade do Recife, com suas pontes e prédios culturais. Praia da Boa Viagem, o Túmulo de Frei Damião no bairro do Pina(foto) e o Monumento a Mãe Rainha em Olinda. Almoço. Tarde: Saída para Mossoró.

Valor do pacote: R$ 340,00
Taxa de adesão: R$ 40,00

Parcelamos em 4 x no cartão de crédito ou em 3 x no cheque.

Informações: 84 3314 5033/84 3314 0107

Se te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti...

Deus faz que o sol se levante sobre os bons e os maus e faz cair a chuva sobre os justos e os pecadores» (Mt 5, 45). Ele mostra a sua paciência; não lamenta o Seu poder. Também tu [...], renuncia à provocação, não aumentes a tribulação dos que semeiam o tumulto. És amigo da paz? Mantém-te tranquilo dentro de ti mesmo. [...] Deixa de lado as querelas, e volta-te para a oração. Não respondas à injúria com a injúria, mas reza por esse homem.

Queres opor-te a ele: fala a Deus por ele. Não digo que te cales: escolhe o meio conveniente, e vê Aquele a quem falas, em silêncio, com um grito do coração. Onde o teu adversário não te vê, aí mesmo, sê bom para ele. A esse adversário da paz, a esse amigo da disputa, responde tu, amigo da paz: «Diz tudo o que quiseres, porque, seja qual for a tua inimizade, tu és meu irmão» [...].

«Bem me podes odiar e repelir: tu és meu irmão! Reconhece em ti o sinal do meu Pai; é esta a Palavra do meu Pai: és um irmão quezilento, mas és meu irmão, porque tu dizes tal como eu: «Pai nosso que estais nos céus». Se invocamos um único Pai, por que não somos um só? Peço-te, reconhece o que dizes comigo e reprova o que fazes contra mim. [...] Temos uma única voz diante do Pai; por que não havemos de ter juntos uma única paz?

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (Norte de África) e Doutor da Igreja
Sermão 357
Fonte: EAQ

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Se você tem o sonho ou desejo de assistir o espetáculo da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém - PE, nós queremos levar você!


A Obra de Maria faz 20 anos e quem ganha o presente é você!

Queremos realizar o seu sonho de assistir o espetáculo " Paixão de Cristo ", no maior teatro ao ar livre do mundo.

26/ 03 - Saída de Mossoró para Recife( viagem a noite em horário a combinar)

27/03 - chegada em Recife, breve descanso almoço e saída para nova Jerusalém assistir o espetáculo da paixão de Cristo. Retorno a Recife pernoite.

28/03 – café da manhã e passeio panorâmico para conhecer a Veneza Brasileira a cidade do Recife, com suas pontes e prédios culturais.boa viagem o tumulo de Frei Damião no bairro do pina e Olinda monumento a mãe Rainha.almoço, a tarde saída para Mossoró.

Fim dos nossos serviços


Preço do pacote 340 + 40 tx de adesão

Inclui refeições conforme programa

Hospedagens em quartos duplos (casais) triplos ou quádruplos;

Refeições conforme o programa

Ônibus de luxo com ar condicionado ou aquecedor;

Direito de levar uma mala de até 20 kg + uma bagagem de mão;

Guia acompanhante saindo de mossoró;

Louco assim, só por amor!

A cruz foi chamada de loucura. E é mesmo! Depois de 2010 anos nos acostumamos com ela. Cantamos hinos de louvor a ela: " Vitória, tu reinarás! Ó cruz tu nos salvarás!"
Mas se tentarmos olhar para ela com o olhar dos discípulos de Jesus e do povo daquele tempo, vamos perceber que escândalo Deus aprontou!
Além da crueldade do suplício em si, a cruz dificultava a pregação. Um crucificado não é só um condenado à morte: é um desclassificado e, segundo uma tradição do Deuteronômio, um amaldiçoado, abandonado por Deus.
Como alguém ia ter entusiasmo para seguir um líder desse tipo?
No entanto, em Jesus, Deus estava indo até às últimas consequências na solidariedade com seus filhos mais sofredores. Com a cruz Deus nos diz: Não há limites para o que estou disposto a fazer por vocês!
Nesse tempo favorável da Quaresma devemos mergulhar nos mistérios da Crucificação, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo e vivenciarmos cada momento pedindo a graça de uma mudança interior.

Maria Pereira
Obra de Maria- Mossoró/RN

BBC e sua inclinação anticatólica

Por Edward Pentin

ROMA, quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- A British Broadcasting Corporation (BBC) não é conhecida precisamente por seu grande amor à Igreja Católica.
Ainda que tenha reputação mundial pela alta qualidade de sua programação, essa rede financiada principalmente pelo Estado é muitas vezes acusada de tratar da Igreja e da fé católica, no melhor dos casos, de modo injusto.
Essa acusação pode se sustentar em muitos exemplos, começando por alguns programas dos últimos dez anos que são blasfemos e altamente ofensivos para os católicos.
Em 2003, a BBC transmitiu -com grande audiência internacional- um documentário intitulado “O Sexo e a Cidade Santa”, que desfigurava intencionalmente a Igreja e seus ensinamentos sobre preservativos e Aids. Dois anos depois, transmitiu “Jerry Springer the Opera”, um programa blasfemo e muito ofensivo que ridicularizava Jesus e a fé.
Pouco antes, a BBC gastou dois milhões de libras (3,3 milhões de dólares) em um programa chamado “Popetown” - uma série animada sobre o Vaticano que ridicularizava a Igreja e continha cenas de difamação. Devido aos protestos, o programa foi proibido na Grã-Bretanha, mas continuou em DVD.

A BBC também tem sido acusada de cometer erros em outras áreas quando se trata do catolicismo. A perseguição de católicos no Oriente Médio ou Ásia, raramente recebe sua cobertura ou uma atenção adequada. O bom e imenso trabalho dos sacerdotes, religiosos ou leigos católicos feito pelo mundo é normalmente ignorado; e a inestimável contribuição da Igreja à cultura ocidental tende-se a desacreditar, centrando-se nos pecados do passado dos membros da Igreja.
Também se culpa a BBC de ser tendenciosamente anticatólica nos temas mais sutis. As mesas de debate, as informações das notícias e os artigos em seu website tendem a focar no sensacionalismo; habitualmente incluem também contribuições de figuras laicas ou de católicos dissidentes, mas são raras as ocasiões de católicos praticantes que explicariam adequadamente os ensinamentos da Igreja.
O tratamento do clero por parte da emissora implica com não pouca frequência perguntas de apresentadores que mostram desprezo e desdém e que parecem considerá-los culpados até que se prove o contrário. Stephen Glover, colunista de jornais britânico e não católico, descreveu como um entrevistador televisivo da BBC, submetendo a interrogatório em 2007 o arcebispo inglês Vicent Nichols, "o tratava como um membro de alguma seita extrema, interrompendo-o continuamente, e se dirigia a ele como se pensasse que fosse tolo".

Preconceito tendencioso

A maior parte desse espírito tendencioso é atribuída ao modo do pensamento predominantemente laico na emissora, que abraça ou simpatiza com a cultura da morte, seja o aborto, o feminismo radical, a agenda homossexual, a eutanásia ou a ciência imoral como a pesquisa com células tronco embrionárias.
“A BBC”, escreveu uma vez Glover, “representa um consenso materialista e mecânico, que rejeitou Deus, e se ilude que a ciência é capaz de fornecer uma explicação completa da existência”.
Mesmo um dos jornalistas mais conhecidos da BBC, Andrew Marr, admitiu a dificuldade que a emissora tem na hora de fazer uma cobertura não tendenciosa.
“A BBC não é imparcial ou neutra”, dizia em uma reunião secreta de executivos da BBC em 2006. “É uma organização urbana financiada com dinheiro do público, com um número anormalmente grande de pessoas jovens, minorias étnicas e gays. Tem uma tendência liberal e nem tanto uma tendência política liberal. Pode ser melhor expressa como uma tendência cultural liberal”.
Na mesma reunião, um executivo veterano da BBC, segundo citava a imprensa britânica, disse que havia “um reconhecimento generalizado de que temos ido longe de mais em relação ao politicamente correto” e que a maior parte dessa mentalidade está “tão profundamente enraizada na cultura da BBC que é muito difícil mudar”.
Também se informou de que “quase todos” naquele encontro estavam de acordo em que a Bíblia poderia ser jogada em uma lixeira durante uma comédia televisiva, mas não o Alcorão, por medo de ofender os muçulmanos.

A resposta de seu diretor

Os diretores da BBC, em público, rejeitaram a maior parte das denúncias sobre seu viés anticatolicismo. Há algumas semanas, Mark Thompson, diretor geral da emissora - na prática, seu redator chefe - deu uma palestra na Universidade Pontíficia da Santa Cruz, em Roma, sobre o tema “Transmissão e sociedade civil”.
Foi decepcionante e, talvez, revelador que seu discurso não mencionava de modo algum a religião, mas o foco foi a atuação da BBC como uma emissora estatal e independente, e como uma futura adaptação promete oferecer programas de melhor qualidade.
Mas durante a sessão posterior, de perguntas e respostas, admitiu que “pode acontecer” de um certo preconceito anticatólico em relação a cobertura de notícias, ainda que a BBC procure passar uma “imagem adequada”.
Em seguida, deu alguns exemplos de documentários da BBC e da cobertura ao vivo da Igreja, desde o funeral do cardeal Basil Hume, antigo arcebispo de Westminster, até a exposição na Grã-Bretanha das relíquias de Santa Teresa de Lisieux.
Perguntaram se ele acredita que a BBC tende a favorecer uma ideologia oposta à doutrina da Igreja, e respondeu: Não, de verdade não”, e recordou outro programa, dessa vez sobre a Paixão de Cristo, na Páscoa de 2008.

A advertência de sua mãe

Essa não é a primeira vez que ele enfrentou essas críticas. Falando sobre o tema das transmissões religiosas em uma conferência em Londres em 2008, Thompson, que é católico, recordava que sua mãe mexeu a cabeça quando foi dito que seu filho havia sido nomeado diretor geral. “A BBC é anticatólica e anti-Deus”, disse ela com palavras claras.
Mas tais etiquetas anti-Deus, explicou em sua audiência em Londres, “não são muito comuns, inclusive não são inteiramente verdadeiras”. Ele afirmou que, naturalmente, dentro da BBC há muita gente “que tem um ponto de vista bastante cético a respeito da religião”, mas também se podem encontrar “milhares de pessoas para quem a religião tem um papel central na vida”. Ele defendeu uma cobertura religião como “fé e experiência de vida” e não como uma história ou tema "incomum".
Mas mesmo sob sua direção, caiu a cobertura televisiva dada pela BBC aos assuntos religiosos, das 177 horas em 1987-88 para 155 horas em 2007-08. O órgão do governo da Igreja da Inglaterra, o Sínodo Geral, recentemente debateu se a BBC marginaliza o cristianismo, tratando-o como uma espécie de “show anormal” ou uma “espécie rara” para se estudar em um programa sobre a natureza.

Marginalização

Em sua conferência em Roma, Thompson afirmava que não abordava a religião especificamente porque não queria colocá-la em uma categoria especial, preferindo, pelo contrário, incluir a religião em seus comentários de história, conhecimento e cultura. Ainda assim, essa posição corre o risco de deixar a religião ainda mais de lado. E talvez seja essa uma das razões da BBC raramente emitir programas sobre uma fé em particular. Em vez disso, faz um agrupamento das religiões em uma confusão relativista.
Um sacerdote, depois de ouvir a conferência de Thompson, perguntou: “Por que não há programas dedicados a cada religião, por exemplo, um formado por um grupo de teólogos católicos discutindo o papel das obras na justificação, um outro de muçulmanos discutindo sobre a interpretação do Alcorão?”.
Falando depois com ZENIT, Thompson parecia aberto a ter um diálogo honesto com a Igreja e escutar as ideias para melhorar a programação. O principal propósito de sua visita era se encontrar com o Santo Padre e com representantes do Vaticano para falar sobre a visita do Papa à Grã-Bretanha no final deste ano”.
Um sinal de esperança, ainda que restem muitas dúvidas sobre até que ponto a diretoria da BBC leve genuinamente a sério a Igreja.

Se algum leitor deseja propor ideias a Mark Thompson sobre como melhorar a cobertura da Igreja por parte da BBC, pode me enviar um e-mail que darei as indicações para lhe fazer chegar (epentin@zenit.org).

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Quaresma, a caminho da Páscoa

Não entenderíamos a Quaresma se não pensássemos na Páscoa. Fazemos um caminho para alcançar uma meta. Sem objetivo o nosso caminhar fica cansativo e é arriscado parar no meio, ou procurar atalhos e desvios mais atrativos. O acontecimento da Páscoa é o centro da fé cristã. Doutrinas e normas somente se entendem a partir da novidade da Páscoa de Jesus. A sua morte na cruz e a sua ressurreição foram o primeiro anúncio dos apóstolos após a chegada do Espírito Santo, no dia de Pentecostes. Eles tiveram a coragem de gritar ao mundo o que tinha acontecido. Alguns acreditaram e mudaram de vida porque descobriram um novo sentido para a existência deles. Outros, na liberdade da busca, continuaram por outros caminhos.

É justamente para nos ajudar sempre a entender e a acreditar de maneira nova e melhor na Páscoa de Jesus, com mais entusiasmo e alegria, que a Igreja nos convida a viver intensamente o tempo da Quaresma. Quarenta dias para “refazer” um caminho. Para nos deixar questionar novamente pelo evento pascal. Aliás esta é a prova se acreditamos ou não, de verdade, e não somos meros seguidores de um costume herdado, mas talvez nunca questionado, ou nunca escolhido com a seriedade que merece.

Começamos a Quaresma com o sinal das cinzas em nossas cabeças. Apesar de querermos esconder a verdade e nos deixarmos seduzir por muitas conversas e propagandas, estamos todos conscientes da nossa realidade mortal. As cinzas nos lembram a precariedade da vida. Não somos tão poderosos como pensamos ser e menos ainda imortais. Por mais que brilhe a nossa estrela, não brilhará para sempre. Contudo não é para ficar tristes e nem desesperados. Um comportamento assim seria a conseqüência lógica de quem não tem fé e não enxerga nada além do túmulo. Ao contrário, tomar consciência da nossa transitoriedade nos obriga e estimula a viver bem a vida dando-lhe um sentido profundo que nos faça, inclusive, ser felizes agora e sempre.

Como? No início da Quaresma nos são propostas três “obras” quaresmais: a esmola, o jejum e a oração. Tudo isso feito sem alarde para ser algo de gratuito; feito para agradar a Deus e não aos homens. Se chamarmos atenção, diz o evangelho, “já recebemos a nossa recompensa”: os aplausos e as manchetes dos homens!

A esmola nos obriga a avaliar os nossos relacionamentos com os outros. Podemos usar das nossas capacidades e dos nossos recursos materiais e espirituais para construir fraternidade, como também para explorar, enganar, buscar somente o nosso lucro e interesse. Nesse caso fica claro que a “esmola” deve ser entendida como uma verdadeira generosidade, uma atenção aos irmãos pobres e sofredores. Sem esse olhar carinhoso e sem essa sensibilidade a nossa vida ficará presa em nós mesmos e em nosso egoísmo.

O jejum não tem nada ver com os regimes tão badalados. Ele diz a respeito de nós, da honestidade com a nossa pessoa. É renúncia mesmo; é escolha do que consideramos mais importante na nossa vida deixando de lado o que nos prende e condiciona, sufocando a nossa liberdade de fazer o bem. Para sermos livres precisamos poder escolher, mas não qualquer coisa e de qualquer jeito. Liberdade verdadeira é saber escolher o bem conscientemente e fadigosamente. Se não sabemos dar um basta a certas situações elas exigirão cada vez mais de nós, e ficaremos cada vez mais “dependentes” delas em lugar de ficarmos mais livres e felizes.

Por fim, a oração. Ela diz a respeito do nosso relacionamento com Deus. Afinal quem é Ele para nós? O que representa na nossa vida? Se tivermos medo dele, cumpriremos obrigações e faremos esforços para agradá-lo e conseguir favores. Um Deus “inimigo”, imprevisível e caprichoso, que compete com o homem, não é o Deus de Jesus Cristo. Ao contrario é o Deus-amor que prefere morrer a matar os seus perseguidores. Um Deus que não se defende, porque se entrega até o fim. A oração nos pede mais que palavras, mais que louvores cantados ou gritados, nos pede o silêncio da interiorização, o silêncio do quarto – também da igreja e da liturgia - onde nos colocamos com a nossa pobreza na frente daquele que é o Senhor da vida, porque, com a sua Páscoa venceu, uma vez por todas, a morte.

Dom Pedro José Conti

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Hoje tem missa da graça

A missa da graça de hoje será celebrada pelo Pe. Vandilson as 18:30 hs no colégio das irmãs e amanhã uma missa especial na capela de São Vicente as 6:30 hs pela cura e libertação da arvore genealógica e das doenças familiares seguida de uma manha de oração e adoração na casa da Obra de Maria pelas pessoas.


"Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça ,e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo" Mt 6,33

A primeira preocupação do ser humano,em geral é a busca ansiosa daquilo que é necessário para dar segurança a própria existência.Ao pedir que busquemos em primeiro em primeiro lugar o reino dos céus ,Ele quer que nos preocupemos com os planos que Deus tem para cada um de nós.Jesus dá uma reviravolta na situação. Se a nossa preocupação primeira for Ele,viver para Deus e não para si,o resto não será mais o problema principal da nossa existência,mas um "acréscimo" ou "algo mais". Jesus quer mudar a preocupação em em ocupação,livrando você da ansiedade,do medo,da inquietude. De fato,Ele diz:"Buscai em primeiro lugar o Reino e a sua justiça e todas essas coisas vos serão dadas em acréscimo" Em "Primeiro lugar" significa "acima de tudo".A busca do Reino de Deus é colocada no primeiro plano e não exclui que o cristão deve ocupar-se também das necessidades de sua vida. Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça significa, ainda, ter uma conduta de acordo com as exigência de Deus manifestadas por Jesus nos Evangelhos. Somente procurando o Reino de Deus o cristão experimentará a maravilhosa potência do Pai ao seu ao seu favor ,a de experimentar que Deus é providência com relação a todas as necessidades da sua vida.

Tamires Lucena
Comunidade Obra de Maria- Mossoró -RN

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Orar e Jejuar para não cair em tentação

Jesus ensina aos discípulos como orar: Ele inicia pedindo jejum e oração para não cair em tentação.Com isso Ele quer dizer : "fortaleça-se" para não cair em tentação, além disso há tipos de demônio que só saem com jejum e oração. Quando quiseres orar entra em teu quarto , fecha a porta e ora em segredo. Oração pessoal é isso.Como vamos seguir o Senhor ,fazer a sua vontade, se não escutamos sua voz e seus pedidos? Há pessoas que querem encontrar soluções para a suas vidas e saem atras de todos aqueles que sabem orar, pedindo para que rezem para saberem qual é a vontade de Deus para as suas vidas. Isso é importante mas você mesmo pode rezar. A oração e adoração devem ser as primeiras tarefas ,as primeiras condições para ser um seguidor de Cristo. Pra todos os cristãos a oração deve ser a obra essencial, insubistituível para seguir uma vocação, para seguir a Deus.A falta de oração é igual a decadência espiritual, crise e morte. É o maior combate que temos que travar contra o inimigo.Oração é entrar no mistério profundo da comunhão com Deus;é entrar na intimidade do coração de Jesus, compreender sua vontade para nós e seus sentimentos.Em Os 2,16, fala que para a oração acontecer se faz necessário conduzir-se ao deserto, quer dizer ao silêncio.É na oração que Deus anima,exorta, consola.Orar é subir como Elias ao Monte Horeb como diz 1Rs 19,12 e encontra-lo na brisa suave.Santa Teresinha dizia:" Deus dá-se totalmente só a quem a Ele se dar totalmente".Na oração devemos buscar a profunda intimidade,o silêncio interior .Na oração Deus está conosco,Ele nos escuta.

Trecho do livro : Orai sem cessar
Autor : Gilberto Gomes Barbosa
Por: Cleiton Amorim

À procura da felicidade

Um homem não conseguia encontrar a felicidade em lugar nenhum. Um dia ele resolveu sair pelo mundo à procura da felicidade. Fechou a porta da sua casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da terra até encontrar o lugar de ser feliz.

Aonde chegava reunia um grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro. Mas o povo lamentava e ninguém o seguia.

No dia seguinte novamente partia. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Mas um dia percebeu que estava ficando velho sem ter encontrado a felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos estavam enrugadas, suas roupas esfarrapadas, os calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.

Enfim, depois de muito andar, parou em frente de uma casa antiga. As janelas de vidro estavam quebradas, o mato cobria o canteiro do jardim, a poeira invadia quartos e salas. Ele olhou e pensou que ali, naquela casa desprezada e sem dono, ele construiria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria vidro nas janelas, pintaria as paredes, cuidaria do jardim.

"Vou ser feliz aqui” disse ele.

E o homem cansado foi andando até chegar à porta.

Quando entrou, ficou imóvel, perplexo!

Aquela era a sua própria casa, que ele abandonou há tantos anos à procura da felicidade.

Então ele compreendeu que de nada tinha adiantado dar a volta ao mundo, pois a felicidade estava dentro da própria casa e ele não tinha percebido.

- Autor Desconhecido -

Tenhamos uma semana abençoada e na vivência dessa quaresma procuremos encontrar Jesus, e, juntos com Ele caminhemos até o calvário tendo a certeza que depois de toda noite escura sempre tem a alegria do reencontro, enfim, o grande grito de ALELUIA, de VITÓRIA, de RESSURREIÇÃO.

Lucivio e Jaciara (Membros Consagrados da Comunidade Obra de Maria)

Hoje tem misa na casa da Obra de Maria

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Na tentação se revela a fidelidade

O primeiro domingo da Quaresma nos reserva o evangelho das tentações de Jesus (Lucas 4,1-13). Visto que nos é proposto um caminho de conversão para esse tempo que prepara a celebração da paixão, morte e ressurreição de Jesus, a conversão significa nova vida. A quarta feira de cinzas nos proclamou: “convertei-vos e crede no evangelho”.

Jesus tentado no deserto nos proporciona ensinamentos úteis, porque também nós estamos expostos ao risco da tentação. Ela faz parte de nossa vida: encontra obstáculo continuamente nas ocasiões de fazer o mal. Com a força de Deus poderemos superar o mal.

O que faz o mal não é a tentação em si, mas o ceder à tentação. Na tentação de Jesus, o que conta realmente não é a materialidade dos lugares e de coisas, onde e como foi tentado, mas como reagiu a consciência de Jesus. Certamente a Igreja das origens recorreu a este relato para exprimir com linguagem humana, plena de símbolos, a atitude que Jesus assumiu diante da existência, ao mundo criado, e ao Criador. A atitude de Jesus nas várias situações da vida era certamente justa. E cada cristão de fronte às tentações deveria aprender a comportar-se como fez Jesus.

No relato do evangelho, o tentador, Satanás, apresenta a Jesus três ofertas. Na primeira, Satanás propõe o domínio sobre os bens materiais: converter a pedra em pão. Na segunda, o domínio sobre os homens: O poder sobre reinos, se Jesus se prostrasse diante do demônio. Na terceira oferta, é oferecido ao Senhor o domínio sobre as forças misteriosas do criado, os puros espíritos: atirar-se do mais alto do templo, sustentado pelos anjos. Em substância são oferecidas por Satanás três ordens de bens: as coisas materiais compreendidos os reinos dos homens, e o domínio sobre os anjos e os seres espirituais. Que coisa se poderia oferecer a mais a um homem, e que coisa ele poderia desejar a mais?

As tentações podem ser reunidas e formar uma só: organizar a própria existência no sentido egoísta, materialista, horizontes baixos, sem qualquer referência ao mundo do espírito; o eu como centro do universo.

Jesus não se deixa enganar pelas ofertas. Replica com três respostas que formam uma só, global, definitiva. Cada vez, diz: “Está escrito!”: “Não só de pão vive o homem”. O homem tem necessidade não somente de coisas materiais, mas muito mais de valores espirituais, de referências ao depois, às últimas coisas, ao eterno, a Deus.

Quanto ao domínio sobre os homens, Jesus responde que esse está reservado exclusivamente a Deus criador. Nenhum homem deve adorar outro homem, nem fazer-se adorar por outro homem. No vértice da escala dos valores, o homem colocará unicamente Deus.

Quanto ao domínio sobre os anjos, Jesus responde: “Está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”. Isto significa: confiar-se a Deus, confiar a ele na normalidade da vida, e não pretender dele intervenções prodigiosas e extraordinárias.

Em todos os três casos, Jesus faz referência à organização da existência que não se fecha no âmbito estreito das coisas materiais, do humano, mas se abre ao que se eleva sobre a matéria, no mundo do espírito.

Também nós aprendemos que no universo existe alguém mais importante que a matéria, existe o invisível, existe Deus que criou por amor, e dá sentido verdadeiro e pleno à existência. O Pai de Jesus, a quem rezamos “Pai nosso”.

Todos somos tentados como Cristo: tentados de voltar as costas a Deus Criador; de pararmos diante das coisas para possuí-las; de querer dominar sobre os outros, de colocar-nos no centro do mundo: pessoas e povos, caídos na tentação. Situações de violência e prepotência onde um exaltado demonstra uma irreprimível vontade de poder.

Nossa geração está vendo tantas maravilhosas conquistas em todos os campos do saber e do domínio da matéria; parece sujeita às tentações do poder muito mais que as gerações precedentes. Ao nível de cada um, estamos imersos na sociedade opulenta do consumismo. Um dos maiores problemas de cada dia é que nos encontramos diante de tantas tentações, que não temos nem tempo de ceder a todas.

Dom Geraldo Majella Agnelo

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Quaresma é tempo de ‘vigor espiritual’

A Quaresma é como um "lugar de retiro" que convida a voltar para si e "escutar a voz de Deus”. Foi o que disse Bento XVI neste primeiro domingo de Quaresma, ao saudar os fiéis presentes na Praça São Pedro para a oração do Angelus.
Em seu discurso introdutório à tradicional oração mariana de domingo, o Papa lembrou que o período quaresmal é “um tempo de penitência, de obras de caridade e de conversão”; “um tempo de vigor espiritual a ser vivido com Jesus, não com orgulho ou presunção, mas usando as armas da fé, que são a oração, o ouvir a Palavra de Deus e a penitência”.
Em sua reflexão, o Papa retomou o Evangelho deste domingo, no qual Jesus, após ter recebido o batismo de João, “Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do rio Jordão e, no Espírito, era conduzido pelo deserto”, onde foi tentado por quarenta dias pelo diabo.
As tentações - enfatizou o Santo Padre – “não foram um acidente de percurso, mas a consequência da escolha de Jesus de seguir na missão confiada pelo Pai, de viver até o fim sua realidade de Filho amado, que confia totalmente Nele”.
“Cristo veio ao mundo para nos libertar do pecado e do ambíguo fascínio de conceber nossa vida prescindindo a Deus”, explicou.
“Este exemplo vale para todos: melhora-se o mundo começando por si mesmo, mudando, com a graça de Deus, aquilo que não está bem na própria vida”, continuou.
“Esta nova vida” – acrescentou o Papa – “vemos em Jesus Cristo. Ele, que compreende nossa fraqueza humana porque, como nós, foi submetido à tentação, nos mostra que o homem vive de Deus”.Diante das tentações do diabo, “Jesus contrapõe aos critérios humanos o único critério autêntico: a obediência, a conformidade com a vontade de Deus, que é o fundamento de nosso ser”.
“Também este é um ensinamento fundamental para nós: se portarmos na mente e no coração a Palavra de Deus, se esta adentra em nossa vida, se tivermos confiança em Deus, podemos refutar todo o tipo de trapaça do Tentador”, concluiu o Papa.

Curiosidades da quaresma

Quaresma, palavra que vem do latim quadragésima, é o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no Domingo de Páscoa
A quaresma tem seu inicio na quarta-feira de cinzas e seu término ocorre no domingo de ramos,dia em que os cristãos saem em procissão celebrando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

A Quaresma é o tempo llitúrgico de conversão, que a Igreja católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os fiéis para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus.

A Igreja Católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, três grandes linhas de acção: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência.

Chamados a ser santos

Qual é a vontade perfeita de Deus a nosso respeito ? Deves tornar-te santo. A santidade é a maior dádiva que Deus nos pode fazer, porque Ele criou-nos para esse fim. Para aquele ou aquela que ama, submeter-se é mais do que um dever, é o próprio segredo da santidade.

Como dizia São Francisco, todos nós somos quem somos aos olhos de Deus – nada mais, nada menos. Todos somos chamados a ser santos. Não há nada de extraordinário nessa chamada. Todos fomos criados à imagem de Deus, a fim de amarmos e sermos amados. Jesus deseja a nossa perfeição com um ardor indizível. «Eis a vontade de Deus: a vossa santificação» (1Tess 4, 3). O Seu Sagrado Coração transborda de uma vontade insaciável de nos ver caminhar em direcção à santidade.

Devemos renovar todos os dias a nossa decisão de nos elevarmos com mais fervor, como se se tratasse do primeiro dia da nossa conversão, dizendo: «Ajuda-me, Senhor meu Deus, nas minhas boas resoluções ao Teu santo serviço e dá-me hoje mesmo a graça de começar verdadeiramente, pois tudo o que fiz até agora não é nada.» Só podemos ser renovados se tivermos a humildade de reconhecer aquilo que em nós tem necessidade de o ser.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Carnava com Jesus é o melhor carnaval

Confira nossas Fotos:

O maior Santuário Mariano do mundo espera por você!

Nos que fazemos a Comunidade Obra de Maria, queremos levar você para conhecer o maior Santuário Mariano do mundo, queremos leva-los a experimentar o amor de Jesus na casa de Nossa Senhora Aparecida.

Programação:
Sex. 18/06/2010 - Natal / Rio de Janeiro ou São Paulo / Cachoeira Paulista
Embarque para Rio de Janeiro ou São Paulo. Chegada, visita ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Almoço. Saída para Guaratinguetá (Relíquias de Frei Galvão). Traslado Cachoeira
Paulista. Alojamento, jantar e pernoite.

(Foto sala das promessas:
A sala dos milagres/promessa encontra-se no subsolo da Basílica Nova e é um dos locais mais visitados do Santuário Nacional. Criada para receber as peças entregue pelos fiéis, a sala mantém uma tradição comum a outros centros religiosos: a exposição de objetos ou declarações que confirmem o poder da graça e a proteção dos devotos. As paredes são totalmente cobertas por fotografias deixadas no Santuário como manifestação de seus sentimentos, gratidão e de preces a Nossa Senhora.)


Sáb. 19/06 - Cachoeira Paulista
Dia dedicado ao acampamento de oração Obra de Maria. Refeições inclusas: Café, almoço e jantar.

Dom. 20/06 - Cachoeira Paulista
Dia dedicado ao acampamento de oração Obra de Maria. Refeições inclusas: Café e almoço. Final da tarde. Traslado ao aeroporto. Embarque para Natal.

Fim dos nossos serviços.

O preço do pacote Inclui:

Hospedagens na Fazenda da Esperança ou na Canção Nova;
Refeições conforme o programa;
Bilhetes aéreos Nacionais;
Ônibus de luxo com ar condicionado ou aquecedor;
Direito de levar uma mala de até 20 kg + uma bagagem de mão;
Guia acompanhante
Taxas de embarque.

O preço do pacote não inclui:

Excesso de bagagem nos aviões.
Despesas no percurso de ônibus;
Despesas de caráter pessoal(bebidas, lanches, telefonemas, consumo do frigobar nos hotéis, etc.
Tudo que não tiver expressamente mencionado no item “”O PREÇO DO PACOTE INCLUI”.

Valor do pacote: R$ 680,00
Taxa de Adesão: R$ 50,00

Formas de Pagamento:
Cartões de Crédito/ Boletos Bancários/ Cheques

Beata Jacinta Marto, vidente de Fátima, +1920

Jacinta, a sétima filha do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos, nasceu no lugar de Aljustrel, paróquia de Fátima, no dia 11 de Março de 1910. No dia 19 do mesmo mês recebeu a graça do Baptismo.

Os seus pais, que eram humildes agricultores e piedosos cristãos, deram-lhe uma sã educação moral e religiosa. Desde tenra idade mostrou o gosto pela oração, a preocupação pelas verdades da fé, prudência na escolha das amizades e um sereno espírito de obediência. De índole vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros, se bem que tivesse certa inclinação a dominar e a não ser contrariada tanto que facilmente amuava e era ciosa do que lhe pertencia. Todavia, depois mudou completamente e tornou-se um modelo esplêndido de humildade, de mortificação e de generosidade.

Logo que pôde, começou a trabalhar; em particular foi encarregada de acompanhar o irmão Francisco, um pouco mais velho do que ela, no pastoreio do rebanho. Ambos gostavam de se juntar com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que era também pastora de ovelhas. Deste modo as três crianças, unidas por uma grande amizade, passavam o dia inteiro nesta actividade, que, apesar de custosa, eles executavam diligentemente e com prazer, porque lhes deixava tempo para brincar e para rezar e lhes permitia usufruir das belezas da natureza.

O que inesperadamente lhes mudou a vida, deu-se no ano de 1916: eles disseram ter visto três vezes um anjo que os exortava a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados e para obter a conversão dos pecadores. A partir deste momento; a pequena Jacinta aproveitava todas as ocasiões para fazer o que o anjo lhe pedira.

Desde o dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, juntamente com Francisco e Lúcia, teve o privilégio de ver várias vezes a Virgem Maria no lugar chamado Cova da Iria, perto de Fátima. Cheia de alegria e gratidão pelo dom recebido, quis imediatamente responder com todas as forças à exortação da Virgem Maria que lhes pedia orações e sacrifícios em reparação dos pecados que ofendem a Deus e o Imaculado Coração de Maria e pela conversão dos pecadores.

Ao mesmo tempo dócil à acção da graça, separou-se das coisas terrenas, a fim de se voltar para as coisas celestes e voluntariamente consagrou a sua vida para entrar um dia no paraíso. Estava constantemente mergulhada na contemplação de Deus, em colóquio íntimo com Ele. Procurava o silêncio e a solidão e de noite levantava-se da cama para rezar e livremente expressar o seu amor ao Senhor. Em pouco tempo, a sua vida interior se notabilizou por uma grande fé e por uma enorme caridade.

A propósito disto dizia: «Gosto tanto de Nosso Senhor! Por vezes julgo ter um fogo no peito, mas que não me queima». Gostava muito de contemplar Cristo Crucificado e comovia-se até às lágrimas ao ouvir a narração da Paixão. Então afirmava já não querer cometer pecados para não fazer sofrer Jesus. Alimentou uma ardente devoção à Eucaristia, que visitava frequentemente e durante longo tempo na igreja paroquial, escondendo-se no púlpito, onde ninguém a pudesse ver e distrair.

Desejava alimentar-se do Corpo de Cristo mas isso não lhe foi permitido por causa da idade. Encontrava contudo consolação na comunhão espiritual. De igual modo honrou a Virgem Maria, com um amor terno, filial e alegre e constantemente correspondeu às suas palavras e desejos; muitas vezes honrava-a com a recitação do rosário e com piedosas jaculatórias.

O seu desejo de sofrer tornou-se mais notório durante a longa e grave doença que a atingiu a partir de Outubro do ano de 1918. Contaminada pela epidemia bronco-pulmonar, a que chamavam «espanhola», o seu estado de saúde agravou-se a pouco e pouco, de tal forma que teve de suportar a ideia de ter de ser operada. Sabendo que lhe restava pouco tempo de vida, multiplicou os sacrifícios, as penitências e as privações de forma a cooperar até ao máximo das suas possibilidades na obra da Redenção. Porém, o que lhe custou mais foi o ter de deixar a família a fim de ser tratada num hospital. Prevendo morrer sozinha, isto é, longe dos seus queridos familiares, disse: «Ó meu Jesus, agora podes converter muitos pecadores, porque este sacrifício é muito grande!».

No dia 20 de Fevereiro do ano de 1920 pediu os Sacramentos. Apenas recebeu o Sacramento da Penitência: consciente de estar próxima da morte, pediu o Sagrado Viático, mas o sacerdote, não obstante as suas insistências, adiou-o para o dia seguinte.

Naquele mesmo dia à noite, longe dos pais e dos conhecidos, morreu no hospital de Lisboa, onde desde há algum tempo se encontrava internada. Alcançara finalmente a meta dos seus desejos: a vida eterna.

Beato Francisco Marto, vidente de Fátima, +1919

Francisco, nascido numa povoação chamada Aljustrel, pertencente à paróquia de Fátima, em Portugal, no dia 11 de Junho de 1908, era filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus Marto, modestos agricultores e bons cristãos; no dia 20 do mesmo mês, recebido o baptismo, tornou-se membro do povo da nova aliança.

De carácter dócil e condescendente, recebeu com fruto a boa educação que os pais lhe deram. Em casa, começou a conhecer e a amar a Deus, a rezar, a participar nas sagradas funções paroquiais, a ajudar o próximo necessitado, a ser sincero, justo, obediente e diligente. Viveu em paz com todos, quer adultos quer da mesma idade. Não se irritava quando o contrariavam e nos jogos não encontrava dificuldades em se adequar à vontade dos outros. Era sensível à beleza da natureza, que contemplava com sensibilidade e admiração; deleitava-se com a solidão dos montes e ficava extasiado perante o nascer e pôr do sol. Chamava ao sol «candeia de Nosso Senhor» e enchia-se de alegria ao aparecerem as estrelas que designava «candeias dos Anjos». Era de tal inocência que dizia que ao chegar ao céu havia de colocar azeite na candeia da Virgem Maria.

Logo que pôde, quando atingiu a idade de cerca de seis anos, foi-lhe confiada a guarda do rebanho, que diariamente pastoreava; segundo o costume, saía de manhã cedo com a sacola levando o alimento e a flauta, com a qual se divertia, e tornava a casa ao pôr do sol. Muitas vezes era acompanhado pela irmãzinha Jacinta e ambos se reuniam com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que guardava também as suas ovelhas. Estas crianças declararam ter visto três vezes um anjo no ano de 1916. Este acontecimento inesperado e imprevisto constitui para Francisco o início duma experiência espiritual mais generosa, mais eficaz e mais intensa de dia para dia. De repente começou a tornar-se mais piedoso e taciturno; recitava frequentemente a oração ensinada pelo anjo; estava disposto a oferecer sacrifícios pela salvação dos que não acreditam, não esperam e não amam.

Do dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, algumas vezes, juntamente com a Jacinta e a Lúcia, foi-lhe concedido o privilégio de ver a Virgem Maria na Cova da Iria. A partir daí, inflamado cada vez mais no amor a Deus e às almas, tinha uma só aspiração: rezar e sofrer de acordo com o pedido da Virgem Maria. Se extraordinária foi a medida da benignidade divina para com ele, extraordinária foi também a maneira como ele quis corresponder à graça divina na alegria, no fervor, e na constância. Não se limitou apenas a ser como que um mensageiro do anúncio, da penitência e da oração, mas, mais do que isso, com todas as suas forças, conformou a sua vida com a mensagem que ele anunciou mais com a bondade das obras do que com palavras.

Costumava dizer: «Que belo é Deus, que belo! mas está triste por causa dos pecados dos homens. Eu quero consolá-lo, quero sofrer por seu amor».

Manteve este propósito até ao fim. Durante as aparições suportou com espírito inalterável e com admirável fortaleza as más interpretações, as injúrias, as perseguições e mesmo alguns dias de prisão. Resistiu respeitosa e fortemente à autoridade local que tudo tentou para conhecer o «segredo» revelado pela Virgem Santíssima às três crianças, infundindo coragem simultaneamente à irmã e à prima. Todas as vezes que o ameaçavam com a morte respondia: «se nos matarem não importa: vamos para o céu».

Já antes das aparições rezava, porém depois, movido por um espírito de fé mais vivo e amadurecido, tomou consciência de ser chamado e de se entregar zelosa e constantemente ao dever de rezar segundo as intenções da Virgem Maria. Procurava o silêncio e a solidão para mergulhar totalmente na contemplação e no diálogo com Deus.

Participava na missa dos dias festivos e quando podia também nos feriais. Nutriu uma especial devoção à Eucaristia e passava muito tempo na igreja, adorando o Sacramento do altar a que chama «Jesus escondido». Recitava diariamente os quinze mistérios do Rosário e muitas vezes mais, a fim de satisfazer o desejo da Virgem; para isso gostava de juntar orações e jaculatórias, que tinha aprendido no catecismo e que o Anjo, a Virgem Santíssima e piedosos sacerdotes lhe tinham ensinado. Rezava para consolar a Deus, para honrar a Mãe do Senhor, que muito amava, para ser útil às almas que expiam as penas no fogo do purgatório, para auxiliar o Sumo Pontífice no seu importante múnus de pastor universal; rezava pelas necessidades do mundo transtornado pelo pecado; rezava pela Igreja e pela salvação eterna das almas. Rezava sozinho, com os familiares, com os peregrinos, manifestando um profundo recolhimento interior e uma confiança segura na bondade divina.

Como tivesse sabido da Virgem Maria que a sua vida iria ser breve, passava os dias na ardente expectativa de entrar no céu. E de facto tal expectativa não foi longa. Com efeito, apesar de ser robusto e de gozar de boa saúde, em Outubro do ano de 1918 foi atingido pela grave epidemia bronco-pulmonar chamada «espanhola». Do leito em que caiu não chegou a levantar-se; pelo contrário, no ano de 1919, o seu estado de saúde agravou-se. Sofreu, com íntima alegria, a sua enfermidade e as suas enormes dores, em oblação a Deus. À Lúcia que lhe perguntava se sofria, respondeu: «Bastante, mas não me importa. Sofro para consolar Nosso Senhor e em breve irei para o céu». No dia 2 de Abril, recebeu santamente o sacramento da Penitência e no dia seguinte foi finalmente alimentado com o Corpo de Cristo, como Santo Viático. Ao despedir-se dos presentes prometeu rezar por eles no céu.

Entrou piedosamente na vida eterna, que veementemente desejara, no dia 4 de Abril de 1919. Foi sepultado no cemitério de Fátima, mas depois as suas relíquias foram transladadas para o Santuário, que entretanto fora construído onde a Virgem aparecera.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quaresma: Tempo de conversão

Ontem 17 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, a Igreja começou a Quaresma, seu retiro anual de 40 dias, recordando os 40 dias que Jesus permaneceu no deserto a fim de preparar-se para cumprir sua missão de anunciar aos seres humanos a novidade do Pai. Diz o evangelho que ele jejuou durante todo esse tempo e, no fim, sentiu fome. Aproveitando-se dessa necessidade vital, satanás o tenta, mandando que ele transforme pedras em pão além de fazer outras propostas lisonjeiras, Jesus reage a tudo e depois das tentações, parte para comunicar a boa notícia da salvação.
A Quaresma é, para a Igreja, o que a permanência de 40 dias no deserto foi para o Filho de Deus: um tempo mais intenso de exercício espiritual que prepara os cristãos para celebrar os grandes mistérios de Cristo, a paixão, morte e ressurreição. E isso não pode acontecer de qualquer jeito, de maneira improvisada, por isso a liturgia quaresmal, é muito significativa, ela mexe com o nosso interior e nos convida a colher e saborear os frutos da Páscoa. Mas isso só ocorrerá se, nesse tempo houver espaço para a conversão, penitência, oração e vivência da caridade.
No mundo atual o ser humano moderno pouco se interessa pelos valores espirituais, é necessário que os cristãos se convertam e vivam intensamente essa conversão, sabemos que a sociedade a passos largos foge do Ressuscitado e, cada dia mais, se distancia do reino de Deus.
Precisamos nos esforçar para que esses 40 dias façam a diferença na nossa vida, ainda que torturados na cruz, transfigurados seremos para glória!

Maria Pereira
Obra de Maria - Mossoró/RN

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Hoje tem trio elétrico no carnaval com Jesus em Umarizal

Realizado pela Comunidade Obra de Maria, o primeiro retiro de carnaval da paróquia de Umarizal, conta com a participação das mais diversas pastorais. O encontro tem com temas CARNAVAL COM JESUS O MELHOR CARNAVAL. Momentos de oração, pregações, Santa Missa e muita animação... Além de um baile de carnaval com concurso de frevo infantil e adulto.

Hoje teremos como temas:
Dons de poder: Fé, cura e milagres;
O poder do perdão
Cura interior

Além de tudo isso teremos as 15 hs um arrastão com trio elétrico da Escola Tancredo Neves até a Igreja Matriz onde encerraremos com a Santa Missa.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Comunidade Obra de Maria promove retiro de carnaval em Umarizal - RN

Carnaval com Jesus é o melhor carnaval

A família Obra de Maria da Diocese de Mossoró estão promovendo um retiro de carnaval na cidade de Umarizal, o encontro será realizado na Escola Municipal Tancredo Neves, que fica localizada no bairro São José, na avenida Rio Umari.
O retiro terá início hoje ( 13/02) às 19:30 com muita animação seguido da Santa Missa e o encerramento será na terça-feira após o almoço.
Traga seu cochonete e venha viver esta experiência conosco.

Mais informações: 84 3397 2625

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Se você tem o sonho de conhecer a Canção Nova, o Santuáio de Aparecida e a casa de Frei galvão: Nós queremos levar você!

A Comunidade Obra de Maria quer levar você para peregrinar pelo maior Santuário Mariano do Mundo, para a cidade onde nasceu o primeiro santo brasileiro Santo Antônio de Santana Galvão em Guaratinguetá e para participar de um acampamento na sede da canção nova em Cachoeira Paulista.

Programação:
Sex. 18/06/2010 - Natal / Rio de Janeiro ou São Paulo / Cachoeira Paulista
Embarque para Rio de Janeiro ou São Paulo. Chegada, visita ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Almoço. Saída para Guaratinguetá (Relíquias de Frei Galvão). Traslado Cachoeira
Paulista. Alojamento, jantar e pernoite.





Sáb. 19/06 - Cachoeira Paulista
Dia dedicado ao acampamento de oração Obra de Maria. Refeições inclusas: Café, almoço e jantar.

Dom. 20/06 - Cachoeira Paulista
Dia dedicado ao acampamento de oração Obra de Maria. Refeições inclusas: Café e almoço. Final da tarde. Traslado ao aeroporto. Embarque para Natal.

Fim dos nossos serviços.

O preço do pacote Inclui:

Hospedagens na Fazenda da Esperança ou na Canção Nova;
Refeições conforme o programa;
Bilhetes aéreos Nacionais;
Ônibus de luxo com ar condicionado ou aquecedor;
Direito de levar uma mala de até 20 kg + uma bagagem de mão;
Guia acompanhante
Taxas de embarque.

O preço do pacote não inclui:

Excesso de bagagem nos aviões.
Despesas no percurso de ônibus;
Despesas de caráter pessoal(bebidas, lanches, telefonemas, consumo do frigobar nos hotéis, etc.
Tudo que não tiver expressamente mencionado no item “”O PREÇO DO PACOTE INCLUI”.

Valor do pacote: R$ 680,00
Taxa de Adesão: R$ 50,00

Formas de Pagamento:
Cartões de Crédito/ Boletos Bancários/ Cheques

E se você fechar o seu pacote até o dia 10 de fevereiro você ganha R$ 100,00 de desconto.

Ligue: 84 3314-0107

Desafiar o mundo para viver a santidade

Falar de santidade nos tempos atuais é um desafio, vivê-la então, é estar disposto a enfrentar críticas, calúnias, fofocas, ou seja, é morrer um pouco a cada dia.
É impossível encontrar alguém homem ou mulher de Deus que não tenha sofrido algum tipo de calúnia, tanto no passado como nos dias de hoje.
Poderia citar tantos exemplos, mais falo de algo que é muito comum, principalmente aos missionários, sentimos na pele os olhares de descaso, de pena, quando dizemos que vivemos a castidade é como se fossêmos os piores criminosos, causa espanto.
Quem não é capaz de viver a castidade, não acredita nela, isso porque os meios de comunicação dizem que não existe ninguém, nem homem nem mulher que seja fiel, chegamos a um ponto que as pessoas mais próximas, inclusive nossos familiares olham para nós como se fossêmos seres estranhos.
Aproxima-se o Carnaval, uma das festas mais tentadoras que há, precisamos tomar cuidado porque muitos daqueles que se dizem amigos nessas horas nos arrastam para um buraco sem volta, observe ao seu redor e veja que há muitas vozes lhe chamando para viver os prazeres que o mundo oferece, por sinal muito bons aparentemente.
Porém uma voz se destaca entre as demais que lhe conduzirá a uma experiência maravilhosa do amor de Deus.
Rogo a doce e sempre Virgem Maria que interceda para que seus ouvidos se tornem sensíveis a voz do Pastor Jesus Cristo e você tenha esse encontro pessoal com Ele. Assim seja.

Maria Pereira

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A Eucaristia é o alimento que alivia as dores e sofrimentos dos doentes.

" Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos". Is 53,4
Hoje é comemorado o Dia Mundial do Enfermos, levando Ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos vive para a justiça; e pelas suas feridas fossémos sarados.
Jesus nos impulsiona a sairmos de nós mesmos e contar com a sua misericórdia, sabemos que Ele é o médico dos médicos, que a um único toque poderemos ficar curados.
No dia 11 de fevereiro de 1958, em uma gruta na cidade de Lourdes (França), ocorreu a primeira aparição da virgem Maria à jovem Bernadete Soubirous. Sua mensagem principal é sobre a importância da Eucaristia, capaz de aliviar o sofrimento e as dores dos doentes.
É com essa confiança que nós Comunidade Obra de Maria estendemos esse convite a você e sua família para viver uma experiência com o Ressuscitado através da Eucaristia. Durante todo esse dia estaremos rezando pelos enfermos, junte-se a nós.
E receba todas as curas que você tanto tem buscado.

Maria Pereira
Comunidade Obra de Maria - Mossoró - RN

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Nomeado bispo auxiliar de Curitiba (Brasil)

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Segundo informou a Santa Sé esta quarta-feira, Bento XVI nomeou monsenhor Rafael Biernaski, atualmente chefe de gabinete da Congregação para os Bispos, como bispo auxiliar da arquidiocese de Curitiba (Paraná).

O Papa acolheu a solicitação do arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, de poder contar com a colaboração de um bispo auxiliar.

Segundo informa biografia difundida pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), monsenhor Rafael Biernaski é curitibano e nasceu no dia 10 de novembro de 1955.

Ingressou no Seminário Arquidiocesano de São José, em 1968. Em 1975 entrou no Seminário Maior Rainha dos Apostólicos, cursou Filosofia na Universidade Católica do Paraná e Teologia no Studium Theologicum de Curitiba. Foi enviado a Roma para os estudos superiores junto à Pontifícia Universidade Gregoriana, obtendo o Mestrado e o Doutorado em Teologia Dogmática, em 2007.

Foi ordenado sacerdote no dia 13 de dezembro de 1981 pela Arquidiocese de Curitiba. Como sacerdote diocesano participa da União dos Presbíteros de Schoenstatt. Foi vice-coordenador arquidiocesano de Liturgia, diretor espiritual do Seminário São José e professor do curso para Formadores de Seminaristas, no México.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Viver á luz da Palavra

Ainda é possível encontrar muitas pessoas que vivem na escuridão porque não conheceu a palavra de Deus. Jesus em sua bondade nos dá o livre arbítrio para escolhermos o caminho a seguir. É interessante como o evangelho tem o poder de transformar vidas, de reconstruir o que estava destruído pela sociedade. Percebemos que temos um incalculável valor quando experimentamos do amor misericordioso de Deus. Na bíblia em diversos livros podemos ver o enorme carinho e cuidado de Jesus pela humanidade, nela também há escrito: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".(Jo 8,32) Está mesma verdade está estampada na bíblia em todos os acontecimentos que são para muitos fictícios, "para aqueles que não crêem". Neste tempo de vida missionária eu posso testemunhar o quanto é bom falar de Deus através da palavra para aquelas pessoas que não a ouviram por falta de quem propague.Grandiosos são os bem feitos que Deus realiza na vida daqueles que deixa ser guiado pela palavra e os frutos são visíveis.Todo aquele que conhece Jesus,que experimenta o seu amor através do Evangelho é transformado,porque ele é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos. Nossa vida só será iluminada se buscarmos viver sob a Luz da Palavra de Deus.
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Cleiton Amorim
Comunidade Obra de Maria
Missão Mossoró-RN

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Santa Josefina Bakhita

Bakhita nasceu no Sudão, África, em 1869. Este nome, que significa "afortunada", não recebeu de seus pais ao nascer, lhe foi imposto por seus raptores. Esta flor africana conheceu as humilhações, os sofrimentos físicos e morais da escravidão, sendo vendida e comprada várias vezes. A terrível experiência e o susto, provado naquele dia, causaram profundos danos em sua memória, inclusive o esquecimento do próprio nome.

Na capital do Sudão, Bakhita foi finalmente comprada por um cônsul italiano, que depois a levou consigo para a Itália. Durante a viagem, ele a entregou para viver com a família de um amigo, que residia em Veneza, e cuja esposa, havia se afeiçoado à ela. Depois, com o nascimento da filha do casal, Bakhita se tornou sua babá e amiga. Os negócios desta família, na África, exigiam que retornassem. Mas, aconselhado pelo administrador, o casal confiou as duas, às irmãs da congregação de Santa Madalena de Canossa, em Schio, também em Veneza. Ali, Bakhita, conheceu o Evangelho. Era 1890 e ela tinha vinte e um anos quando foi batizada recebendo o nome de Josefina.
Após algum tempo, quando vieram buscá-las, Bakhita ficou. Queria se tornar uma irmã canossiana, para servir a Deus que lhe havia dado tantas provas do seu amor. Depois de sentir muita clareza do chamado para a vida religiosa, em 1896, Josefina Bakhita se consagrou para sempre a Deus, que ela chamava com carinho "o meu Patrão!".
Por mais de cinqüenta anos, esta humilde Filha da Caridade, se dedicou às diversas ocupações na congregação, sendo chamada por todos de "Irmã Morena". Ela foi cozinheira, responsável do guarda-roupa, bordadeira, sacristã e porteira. As irmãs a estimavam pela generosidade, bondade e pelo seu profundo desejo de tornar Jesus conhecido. "Sedes boas, amem a Deus, rezai por aqueles que não O conhecem. Se soubésseis que grande graça é conhecer a Deus!". A sua humildade, a sua simplicidade e o seu constante sorriso, conquistaram o coração de toda população.
Com a idade, chegou a doença longa e dolorosa. Ela continuou a oferecer o seu testemunho de fé, expressando com estas simples palavras, escondidas detrás de um sorriso, a odisséia da sua vida: "Vou devagar, passo a passo, porque levo duas grandes malas: numa vão os meus pecados, e na outra, muito mais pesada, os méritos infinitos de Jesus. Quando chegar ao céu abrirei as malas e direi a Deus: Pai eterno, agora podes julgar. E a São Pedro: fecha a porta, porque fico".
Na agonia reviveu os terríveis anos de escravidão e foi a Santa Virgem que a libertou dos sofrimentos. As suas últimas palavras foram: "Nossa Senhora!". Irmã Josefina Bakhita faleceu no dia 8 de fevereiro de 1947, na congregação em Schio, Itália. Muitos foram os milagres alcançados por sua intercessão. Em 1992, foi beatificada pelo Papa João Paulo II e elevada à honra dos altares em 2000, pelo mesmo Sumo Pontífice. O dia para o culto de "Santa Irmã Morena" foi determinado o mesmo de sua morte.

Oração à Santa Josefina Bakhita

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós. Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social. Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência. Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido). Amém.

Santa Bakhita, rogai por nós!

Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/santo.aspx?Dia=8&Mes=2&SantoID=657

http://www.dith.cm.nom.br/oracoes/bakhita/bakhita.htm

domingo, 7 de fevereiro de 2010

PESCADORES DE HOMENS

Poucas cenas do Evangelho serão hoje tão lidas, comentadas, cantadas ou pintadas como aquela às margens do lago. Porque é muito o que ela inspira. Quem não conhece o incansável cântico “Tu te abeiraste na praia...”? Lucas nos conta o fato com pinceladas de mestre.

Jesus, diante da impossibilidade de falar às pessoas que se amontoavam em volta dele, tem de subir em uma barca, para doutrinar dela a multidão. E, acabada a instrução, pede de Pedro:

- Avance para águas mais profundas, e lancem suas redes para a pesca.

Pedro e seus companheiros conhecem muito bem o lago e sabem que é inútil querer pescar hoje. Por isso, ele responde a Jesus:

- Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à sua palavra, vou lançar as redes.

Jogam as redes na água e os pescadores começam imediatamente a fazer esforços enormes para segurá-las e empurrá-las para a barca, pois quase se rompiam com tanto peso. Estavam tão carregadas, que eles gritam aos colegas da outra barca:

- Ei,Tiago! Ei, João!... Venham nos dar uma mão, porque não conseguimos com tantos peixes!

Enchem as duas barcas até não poderem mais, de forma que quase afundam e, com esforço, chegam sãos e salvos até a margem. São pessoas do lago, que conhecem seu trabalho e não conseguem sair do seu assombro. Jesus sorri para eles, anima-os e lhes promete:

- Vamos, não tenham medo! A partir de hoje, vocês serão pescadores de homens. Venham comigo!

Eles deixam as redes. Tiago e João se despedem do seu pai e dos pescadores. E, sem pensar mais, lançam-se no seguimento de Jesus, assim como Pedro e André, para não abandoná-lo nunca mais. Serão os apóstolos mais fiéis e os mais queridos de Jesus.

Há um detalhe que Lucas faz questão de destacar: a barca é de Pedro, os outros são chamados a aliviar a barca de Pedro com a mesma pesca; e seguirão o mesmo chamado que Jesus dirige antes de tudo a Pedro:

- Você será pescador de homens.

Não ver nisso a intenção de Lucas de sublinhar a primazia de Pedro – e do seu sucessor, o Papa – é querer fechar voluntariamente os olhos.

Jesus nos fala aqui mais com gestos que com palavras. Usa uma linguagem que todos nós entendemos.

O que são nossos pastores!

E o que somos nós, que ouvimos a palavra de Jesus e o seguimos!

E como lançamos as redes, quando trabalhamos pelos demais!

E os incontáveis irmãos que ganhamos para Cristo!...

A missão de pescar compromete, por convite expresso do Senhor, os pastores da Igreja, o Papa, os bispos e sacerdotes, os missionários e missionárias que levam o Evangelho a todos os lugares...

E nós, os leigos? O que corresponde a nós? Estamos privados, por nossa condição de leigos, da glória missionária da Igreja?... Oh! Não, mil vezes não!

Nós estamos chamados a ser, podemos ser, e somos se quisermos, apóstolos de primeira categoria. Em nosso lugar. Sem sair da nossa casa e sem deixar nem uma só das nossas obrigações.

Felizmente, hoje se despertou muito viva entre nós a consciência de que Jesus Cristo convida todos os batizados a responsabilizar-se da Igreja, cada um do seu lugar.

Somos conscientes de que a salvação dos homens, realizada e merecida por Jesus Cristo com seu sacrifício redentor na cruz, depende, em sua aplicação, de nós, os batizados, que prestamos nossa colaboração para Jesus Cristo, o Senhor. Para isso, ainda que tenhamos iniciativa própria, nós nos colocamos à disposição dos pastores da Igreja – do Papa até o nosso pároco – para trabalhar com segurança plena, todos unidos, na obra do Salvador.

Jesus Cristo chama voluntários e hoje os encontra abundantes em sua Igreja.

O que importa é que sintamos um zelo abrasador pela salvação dos irmãos que precisam de nós.

Um zelo como o daquele grande bispo do Canadá. Quando contemplava a vida duríssima dos comerciantes de peles, exclamava enaltecido e triste ao mesmo tempo:

- Ah! No imenso país a mim confiado, nem um só rabo de lobo se perde. E deveriam perecer, cada dia, as almas que custaram o sangue de Jesus Cristo?... E eu hesitaria em sacrificar-me?... De jeito nenhum! (Dom Grandin)

Somos pescadores de homens e apóstolos quando não nos negamos a trabalhar pelo Reino, pela Igreja, onde quer que estivermos.

E se não chegamos a mais, nossa generosidade e nossa oração são os instrumentos mais fortes de um apostolado calado, mas fecundíssimo. O Papa Pio XI, conhecido como o “Papa das Missões”, dizia uma frase que se tornou famosa:

- Não nos é possível falar de Deus a todos os homens. Mas podemos falar de todos os homens a Deus.

Jesus Cristo chama voluntários. E nós sabemos responder-lhe “sim”. Que conte conosco. Que sonhamos com uma pesca imensa. Que Ele se sinta orgulhoso de todos aqueles que desejam fazer algo por Ele...